segunda-feira, 10 de maio de 2010

Poema no Ônibus: PASSATEMPO

"Sentado ao meu lado,
No coletivo lotado,
Um estranho,
Nariz na leitura colado.
Otimização do tempo!
Invejo.
O estômago frágil
Não me permite
Este advento.
No trajeto, divago.
Pensamentos vagabos.
Fim da linha e
Nenhum aproveitamento."
Denair Ines Guzon


"Constrangeu-me pensares
que te olhava embevecido.

embora bela,
não te via!
Apenas lia,
distraído,
o poema na janela."
Jaime Jandir da Porciúncula Peixoto

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