Hoje, na 56ª Feira do Livro de Porto Alegre, me deparei com um simpático livro: O evangelho de Barrabás. Comprei, sem que sequer soubesse do que se tratava, pura e simplesmente em razão do que passo a transcrever-lhes agora:
"Quando pegares este livro em tuas mãos, não terás outra saída a não ser seguir os dez mandamentos do leitor. A saber:
1. Olharás a capa com atenção
2. Darás uma lida na orelha
3. Folhearás o livro
4. Lerás alguma página ao acaso
5. Darás um risada
6. Pensarás um pouco e decidirás levá-lo para casa
7. Pegarás a fila do caixa
8. Pagarás o livro com um cheque sem fundo
9. Lerás o livro com gosto
10. E, por fim, emprestarás este exemplar a um amigo e ele jamais voltará às tuas mãos."
O trecho, marcado geografica e estrategicamente na contracapa do livro, aponta, sutilmente, toda a ironia que expira a trama. Trata-se do relato de Barrabás, aquele que foi, por votação, absolvido ao invés de Jesus Cristo, segundo as histórias biblicas. Tudo que vos digo, advém da leitura breve, porém atenta, da contracapa e da orelha do livro, por isso, contenho as expectativas e conto-lhes mais quando terminar.
1. Olharás a capa com atenção
2. Darás uma lida na orelha
3. Folhearás o livro
4. Lerás alguma página ao acaso
5. Darás um risada
6. Pensarás um pouco e decidirás levá-lo para casa
7. Pegarás a fila do caixa
8. Pagarás o livro com um cheque sem fundo
9. Lerás o livro com gosto
10. E, por fim, emprestarás este exemplar a um amigo e ele jamais voltará às tuas mãos."
O trecho, marcado geografica e estrategicamente na contracapa do livro, aponta, sutilmente, toda a ironia que expira a trama. Trata-se do relato de Barrabás, aquele que foi, por votação, absolvido ao invés de Jesus Cristo, segundo as histórias biblicas. Tudo que vos digo, advém da leitura breve, porém atenta, da contracapa e da orelha do livro, por isso, contenho as expectativas e conto-lhes mais quando terminar.

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